Estilos e comportamentos que mudaram comigo 6


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Não é segredo que não me orgulho da(s) pessoa(s) que fui. Também não faço segredo que eu mudei pra caramba ao longos dos anos, e continuo mudando sempre. Mas tem coisas específicas, como o jeito de se vestir e comportamentos, que se tornam símbolos daquilo que a gente deixou de ser.

 A maioria das pessoas talvez nem preste atenção nisso. Provavelmente a maioria das pessoas não se cobrem tanto o tempo inteiro e não sofram de ansiedade. Pra mim, comparar o que fui com o que sou chega a ser quase uma obsessão. Já perceberam né?!

Cabelo Colorido

Demorei para assumir que não tem nada demais ter quase 30 com essa “mania de pintar cabelo“.  Na real eu já sabia, mas passei muito tempo acreditando quando me diziam que não me levariam a sério com cabelos vermelhos. E eu tenho problemas muito sérios com figuras de autoridade (pai, mãe, professor, chefe…), não consigo não me preocupar com o que eles pensem. A terapia tem me ajudado, então assumi minha ruivisse de Koleston e pretendo continuar assim!

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Tão bom!

Valorizar a companhia das migas!

Sou sempre rodeada de mulheres sim! Se reclamar me rodeio de mais.

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E sigo na luta para fazer todas elas entenderem a importância de se unirem e se protegerem. A importância de não julgar as outras coleguinhas. Isso entre uma cerveja e outra, uma farra e outra… Nem sempre funciona, mas, eu não desisto!

Salto Alto

Comecei a usar salto por causa de um esporão no calcanho, que me fazia sentir dores quando passava muito tempo de sapatilha ou chinela. Comecei a usar salto, e me acostumei. Mas me acostumei num grau que passar muito tempo com os pés perto do chão me dá uma agonia profunda.

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Realizei meu sonho de ser alta como as pessoas da minha família paterna.

Cintura Alta

Quando eu era adolescente usei tanta calça baixa, que tenho uma segunda cintura na altura do quadril. Hoje, eu só uso calça “santropeito”. Tudo lá em riba, quase no gogó! Hoje não entendo como usava aquelas coisas baixas, sempre me preocupando com o cofrinho aparecendo. Era desconfortável, mas pra mim cintura alta era coisa de velho: e cá estou, envelhecida e priorizando o que me deixe abrir as pernas e abaixar sem medo de ser feliz.

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Dispensar o sutiã

Não é sempre, ainda. Mas cá entre nós: eu não sou obrigada!
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Cai?! Cai! Fica balançando?! Fica! Mas e daí?! Foda-se!
Escolhi não esperar chegar em casa para me sentir livre daquele troço me apertando. Ainda não consigo passar o dia sem porque sei que vai chocar, principalmente no trabalho. Com algumas roupas mais decotadonas também não desapego, mas ainda assim evito cada vez mais aqueles que “levanta tudo”, uso os folgadões que deixa os peitos no formato que ele é mesmo.  Mas eu chego no desapego total, juro!

Pode ser que daqui um ano eu olhe para essas coisas e me pergunte: what?!
Mas cintura baixa de novo não, com certeza não!


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